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CEOs devem promover a adaptação dos colaboradores a tecnologias como a Inteligência Artificial

2018 é o ano do Blockchain

Segundo o novo estudo da Accenture Strategy lançado em Davos, intitulado “Reworking the Revolution: Are you ready to compete as intelligent technology meets human ingenuity to create the future workforce?”, as empresas arriscam perder importantes oportunidades de negócio caso os CEOs não tomem medidas imediatas para reforçar o know-how das suas equipas de trabalho em Inteligência Artificial e para capacitar os seus colaboradores no domínio das tecnologias inteligentes.
Este novo estudo prevê que se as organizações investirem na Inteligência Artificial (IA) e na colaboração homem-máquina na mesma proporção que as empresas de alto desempenho, podem potenciar as suas receitas em 38% e aumentar a taxa de emprego em 10%, até 2022.
Quer os líderes quer os colaboradores estão otimistas em relação ao potencial da IA nos resultados das empresas e na experiência de trabalho. Segundo o estudo, 72% dos 1.200 executivos inquiridos referiu que a tecnologia inteligente será crítica para a diferenciação das suas organizações no mercado e 61% acredita que o número de funções que vão requerer colaboração com a IA irá aumentar nos próximos três anos. 69% dos 14.000 colaboradores inquiridos refere a importância de desenvolver competências específicas para trabalhar com máquinas inteligentes.

 

Ainda assim, a discrepância entre colaboradores que adotam a IA e os esforços dos seus empregadores para os preparar pode colocar o crescimento em risco. Enquanto a maioria (54%) dos líderes empresariais refere que a relação homem-máquina é importante para as suas prioridades estratégicas, apenas 3% refere que a sua organização planeia aumentar significativamente o investimento em recapacitar os seus colaboradores, nos próximos três anos.