O futuro “verde” dos transportes

Ainda não se sabe qual será o combustível do futuro, mas é certo que o ambiente irá mudar o setor dos transportes. Para já tecnologias como a automatização e a inteligência artificial ajudam a otimizar o negócio e permitem auferir novas competências aos recursos humanos. 

 

Num mundo de incerteza há verdades imutáveis e estas foram apontadas na conferência que a revista LOGÍSTICA & TRANSPORTES HOJE organizou: o comércio mundial irá continuar a ser feito. Para isso, precisará de transporte e distribuição dos produtos. No entanto, o setor está a mudar. Quer pelas condicionantes de mercado dos vários países quer porque há uma maior consciência/responsabilidade ambiental que está a mudar a forma como o negócio é feito.
Uma análise mundial do setor indica que há três mercados fundamentais a ter em conta. É o caso dos Estados Unidos da América, que, como explicou a PwC, continua a ser um polo de inovação tecnológica no setor; a China, onde o investimento, apesar de limitado pelas barreiras culturais está a ganhar força; e a Alemanha, que não só tem uma localização estratégia dentro do mercado europeu, como é a maior economia da União Europeia.
E há ainda um outro problema: a captação e retenção de talentos. 75% dos inquiridos pelo estudo da PwC revelam estar preocupados com a escassez de talento digital e 58% refere que não conseguiu atrair o talento digital necessário. Em causa não só o fato de haver uma lacuna geral de recursos no mercado mundial, mas também, a imagem, não tão positiva, associada ao setor. É, por isso, fundamental renovar a imagem, “para uma comunicação dos seus objetivos digitais quer aos seus clientes, quer a atuais e futuros colaboradores”.
Para a consultora, o setor dos transportes e logística enfrenta cinco forças transformadoras: digitalização do setor, o advento da automação, alterações no comércio, a sustentabilidade, e a economia partilhada.
Ao nível das tecnologias propriamente dita, a PwC chama a atenção para a automação, para a manutenção preditiva e supervisão com recurso a drones, a sistemas de transporte inteligente, a Blockchain e à inteligência artificial. É certo que as “novas soluções tecnológicas permitem um crescimento, através da otimização e automação dos processos, trazendo benefícios para os negócios”. Por outro lado, a previsão de taxa de crescimento para os mercados de Automação (RPA) e de Manutenção Preditiva, entre 2016 e 2021, é de 35%. Se pensarmos na gestão de um armazém e na recolha de produtos no mesmo e respetivo tratamento de encomendas, facilmente se percebe que a automação poderá trazer grandes benefícios.
O certo é que tecnologias como a automatização deverão reduzir, até 2030, os custos com a logística em 47%, em toda a cadeia de abastecimento.
Um outro número interessante é o referente à emergência da automação nos veículos de transporte, que poderá permitir uma redução de custos em cerca de 30%, até 2040. Analisada a poupança estimada, em termos de percentagem, dos custos totais com camiões em longo curso, os dados indicam que a utilização da tecnologia só irá “descolar” por volta de 2025. Pelo menos ao nível das empresas que assumirão a liderança e que apostarão forte nesta tecnologia.

Há ainda uma outra influência, desta vez politico-comercial, que está a alterar o cenário mundial da logística. O peso da China no setor está a mudar. E aquele país vai ter uma importância cada vez maior. Nem que seja pelo corredor rodoviário que está a criar entre a China e a Europa. É expetável que, juntamente com estas novas rotas comerciais, venham investimentos avultados no desenvolvimento de serviços e infraestruturas de apoio.
A estas preocupações junta-se uma outra. A das alterações climáticas. Para se ter uma ideia, os números da PwC levam a crer que, em 2040, mais de metade da procura, a nível mundial, de combustíveis terá origem na China e na Índia. O que vai, muito, em contraciclo com a tendência, verificada no mundo ocidental, de reduzir o consumo de petróleo e de optar por formas alternativas.
Ao nível das tecnologias propriamente dita, a PwC chama a atenção para a automação, para a manutenção preditiva e supervisão com recurso a drones, a sistemas de transporte inteligente, a Blockchain e à inteligência artificial. É certo que as “novas soluções tecnológicas permitem um crescimento, através da otimização e automação dos processos, trazendo benefícios para os negócios”. Por outro lado, a previsão de taxa de crescimento para os mercados de Automação (RPA) e de Manutenção Preditiva, entre 2016 e 2021, é de 35%. Se pensarmos na gestão de um armazém e na recolha de produtos no mesmo e respetivo tratamento de encomendas, facilmente se percebe que a automação poderá trazer grandes benefícios.
O certo é que tecnologias como a automatização deverão reduzir, até 2030, os custos com a logística em 47%, em toda a cadeia de abastecimento.
Um outro número interessante é o referente à emergência da automação nos veículos de transporte, que poderá permitir uma redução de custos em cerca de 30%, até 2040. Analisada a poupança estimada, em termos de percentagem, dos custos totais com camiões em longo curso, os dados indicam que a utilização da tecnologia só irá “descolar” por volta de 2025. Pelo menos ao nível das empresas que assumirão a liderança e que apostarão forte nesta tecnologia.
Há ainda uma outra influência, desta vez politico-comercial, que está a alterar o cenário mundial da logística. O peso da China no setor está a mudar. E aquele país vai ter uma importância cada vez maior. Nem que seja pelo corredor rodoviário que está a criar entre a China e a Europa. É expetável que, juntamente com estas novas rotas comerciais, venham investimentos avultados no desenvolvimento de serviços e infraestruturas de apoio.
A estas preocupações junta-se uma outra. A das alterações climáticas. Para se ter uma ideia, os números da PwC levam a crer que, em 2040, mais de metade da procura, a nível mundial, de combustíveis terá origem na China e na Índia. O que vai, muito, em contraciclo com a tendência, verificada no mundo ocidental, de reduzir o consumo de petróleo e de optar por formas alternativas

 

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Com uma localização privilegiada na zona central de Lisboa, junto de importantes centros empresariais e a poucos minutos das principais atracções de Lisboa, o SANA Malhoa Hotel situa-se atrás da Praça de Espanha, a apenas 5 minutos do Marquês de Pombal e a 10 minutos do aeroporto de Lisboa.

A zona circundante da central Avenida José Malhoa oferece ainda todo o tipo de acessos e facilidades de transporte, desde entradas e saídas para estradas e vias principais, a terminais de metro, comboios e autocarros.

As estações de metro de Praça de Espanha e Sete Rios (linha azul), bem como a estação de comboios, são muito próximas.

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