Mobilidade

Prio vai investir 11,5 milhões em mobilidade elétrica

Prio vai investir 11,5 milhões em mobilidade elétrica

A Prio vai investir 11,5 milhões de euros em mobilidade elétrica para reforçar a sua aposta em energias do futuro.

Segundo comunicado, este foco no investimento e investigação de alternativas sustentáveis é parte essencial da sua identidade e a Prio “pretende contribuir para os principais objetivos do ambiente nas agendas governativas europeia e nacional”.

O investimento de 11,5 milhões que a Prio pretende realizar até 2025 tem como objetivo impulsionar a renovação de meios e materiais disponibilizados e atualizar a tecnologia da rede.

A introdução de carregamentos ultrarrápidos para veículos elétricos topo de gama, que diminuirão o tempo de carga em relação aos atuais carregadores, é uma das vertentes mais relevantes deste investimento.

A Prio tem intenção de expandir a rede de carregadores para 300 postos de abastecimento num prazo de cinco anos, e prevê, ainda em 2020, instalar em Cascais um posto ultra-fast-charge, que tem uma potência sete vezes maior que os postos rápidos já existentes em todo o país.

Tendo em conta que a mão-de-obra qualificada será uma ameaça ao desenvolvimento da mobilidade elétrica em Portugal, a Prio assinou cinco protocolos com politécnicos nacionais para criar um PRIO Lab em cada um deles. O objetivo da criação do PRIO Lab é apostar no contacto próximo dos estudantes com as tecnologias da mobilidade elétrica, dotando-os das competências necessárias para que possam contribuir para a otimização desses produtos e serviços, fomentando a inovação e unindo forças entre as instituições de ensino e a indústria.

Através dos protocolos celebrados com os institutos politécnicos do Porto, Coimbra, Leiria, Lisboa e Setúbal, os alunos terão a possibilidade de conhecer e trabalhar com carregadores slow e fast charge, baterias, meios de medição, entre outras ferramentas, para uma aprendizagem em toda a linha que lhes permita reunir o conhecimento necessário para manusear todos os aspetos base da mobilidade elétrica quando entrarem no mercado de trabalho. Espera-se que, por ano, seja possível impactar a formação de cerca de 450 alunos.