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Portos

Sines representa quase 50% da carga movimentada nos portos portugueses

Porto de Sines

O porto de Sines passa a deter uma quota de 49,2% do total do movimento de carga movimentada, inferior em -0,4 pontos percentuais à do período homólogo de 2019, após uma redução de -12,7% no movimento do primeiro semestre. Em segundo lugar surge Leixões, com 23%, Lisboa com 10,6%, Setúbal com 8,1%, Aveiro com 6%, Figueira da Foz com 2,5%, Viana do Castelo com 0,5% e Faro com 0,2%.

Em termos globais, Sines regista variações negativas na generalidade dos mercados, com exceção do de Carga Contentorizada (que representa 47,5% do movimento total) e Ro-Ro (meramente residual, representando 0,1%).

Leixões regista variações positivas apenas no mercado da Carga Contentorizada (+3,4%) e nos Outros Granéis Líquidos (+1,8%), sendo o maior impacto negativo no volume movimentado de Petróleo Bruto (-219 mt ou -12,1%) e de Produtos Petrolíferos (- 363,2 mt ou -21,8%).

Lisboa regista variações positivas nos Produtos Agrícolas (+5%), sendo mais fortemente penalizado na Carga Contentorizada (-44,3%), mas também nos Outros Granéis Sólidos (-25,8%) e Produtos Petrolíferos (-20,2%), num total de -343,1 mt.

O porto de Setúbal regista comportamentos distintos nos vários mercados que o integram, sendo que a influência negativa mais significativa é observada na Carga Fracionada e Ro-Ro, onde regista variações de -18,1% e de -38,5% (num total de -239,6 mt).

Aveiro destaca-se pela negativa nos mercados dos Produtos Petrolíferos, Produtos Agrícolas, Carga Fracionada e dos Outros Granéis Sólidos com recuos respetivos de -41,6%, -18,6%, -3,3% e -9,7%.

Figueira da Foz e Faro são os únicos que registam maior volume de carga do que no primeiro semestre de 2019, com acréscimos de +7,3% e de +40,9%, e Viana do Castelo apresenta globalmente uma redução de -9,7%, sendo de referir o registo de acréscimos nos Outros Granéis Sólidos e nos Produtos Petrolíferos, anulados pelas quebras nos Produtos Agrícolas e na Carga Fracionada.

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