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2016: Tendências que vão marcar o supply chain

Com 2016 à porta é altura de começar a estabelecer metas estratégicas, e no setor da logística e do supply chain o próximo ano será de viragem. Pelo menos de acordo com Grant Marshbank, COO da VSc Solutions, citado pelo Supply Chain Digital.

De acordo com o especialista, “os níveis de mudança [no setor] não vão abrandar. A boa notícia é que as tendências emergentes trazem oportunidades para reduzir os custos no setor, assim como a pegada ecológica, e ao mesmo tempo permitirão oferecer um serviço excecional ao cliente final.

Para o especialista, em 2016, o setor do supply chain será moldado por quatro principais tendências.

 Tecnologia vai impulsionar as principais mudanças

Os sistemas implementados há alguns anos atrás para facilitar as operações logísticas começam a estar obsoletos e estão agora a ser substituídos por tecnologias mais inteligentes e que são facilmente incorporadas nas estruturas das empresas, com o big data e a Internet of Things a liderarem as preferências.

“A tecnologia só oferecerá os resultados positivos esperados se for implementada de forma estratégica. Acerte nos básicos em primeiro lugar. Nem a melhor tecnologia compensa se as práticas de utilização não forem as melhores”, defende Grant Marshbank.

Cadeias de abastecimento transparentes, flexíveis e responsáveis

As cadeias de abastecimento ágeis e sustentáveis foram a ‘moda’ dos últimos anos, mas em 2016, a meta serão as cadeias de abastecimento que equilibram a flexibilidade e a redução do impacto ambiental com uma completa transparência corporativa.

Pequenas melhorias conduzirão a grandes conquistas

A otimização de todos (mesmo TODOS) os elementos da cadeia de abastecimento estará na ordem do dia em 2016 e é um imperativo para o crescimento e sucesso das empresas do setor, segundo o especialista. Para Marshbank, será precisa uma otimização “microscópica” de forma a vingar no setor.

Nesse sentido, o armazenamento inteligente, os softwares de planeamento de rotas e as soluções de gestão tornar-se-ão comuns, quer nas grandes empresas como nas mais pequenas.

Pensar e executar rápido

“É cada vez mais fácil e mais barato para as grandes e para as pequenas empresas implementarem um novo sistema em cerca de duas semanas. Ser capaz de integrar e implementar ferramentas numa base escalável é o que diferencia a tecnologia do futuro daquela que tem sido utilizada e era tão popular até agora”, conclui Grant Marshbank.