Logística de Frio

Investir, inovar e acrescentar valor

Um mercado com muitos concorrentes, altamente competitivo, mas com parâmetros de desenvolvimento e qualidade muito elevados ao nível dos mercados mais desenvolvidos. Estes e outros fatores caracterizam a logística de frio, analisada  por parte de alguns dos principais players do setor.

As novas tecnologias, a omnicanalidade, os investimentos em soluções rápidas e eficientes fazem a diferença num setor onde o outsourcing ganha lugar e as exportações contribuem para os resultados positivos que caracterizam o setor.

Mudou-se o ano mas não mudaram os desafios. No setor de logística de frio, muito melhorou mas existem problemas permanentemente atuais. Quem é o garante é François Pinto, country manager da STEF Portugal: “a qualidade, a fiabilidade, a perenidade e o rigor das soluções, bem como a capacidade de refletir sobre os modelos, permanecerão sempre centrais na decisão dos nossos clientes. Desta forma, estes terão que ser sempre o foco da nossa atenção e atuação quotidiana. Outro aspeto muito relevante, e ao qual damos resposta com a adequação do nosso dispositivo, é a redução do lead time de entrega, um fator cada vez mais valorizado pelos clientes em beneficio do consumidor final”.

A eficiência e a qualidade marcam a agenda do setor. “As tecnologias e as melhorias nos diferentes processos determinam, ou não, a capacidade de alcançar a competitividade necessária em cada momento”, explica Luis Alonso, diretor geral da Salvesen Logística. Para fazer face aos desafios, as organizações devem estar adaptadas e flexíveis. “No que respeita a aspetos mais concretos, cremos que se deve impulsionar o uso do mega-camião com uma normativa mais clara, no que respeita à elevação da altura e a capacidade de carga de 44 toneladas. A excelência operacional é algo inegociável pelo que as empresas devem seguir os objetivos e as exigências de cada serviço e consoante as necessidades dos clientes. É algo que nunca devemos descurar”, acrescenta o responsável.

E quando se fala em desafios, é inevitável abordar a questão dos custos do gasóleo e da energia. “Destaco os custos da energia e tudo o que está associado à questão do frio, exigindo muita capacidade de investimento, quer para novos projetos, quer para a manutenção preventiva. O custo do gasóleo é também um fator determinante, e em especial, quando estamos a concorrer em operações fora do território e em concorrência com empresas de outros países com valores muito mais baixos que os nossos”, defende Afonso Jubert Almeida, CEO da Frissul. A opinião é corroborada com a de Vítor Figueiredo, general management da Greenyard Logistics Portugal que realça a questão do preço da eletricidade e do diesel, bem como a enorme necessidade de investimento. “Os impostos e taxas que recaem sobre os mesmos estão muito acima do que é praticado em outros países da Europa, o que dificulta a competitividade não só dos operadores logísticos, como também do setor empresarial em geral”, sublinha. Salientando ainda a questão da burocracia e da concentração do mercado, chama à atenção para o facto de este ser um setor que tem vindo a criar empregos nos últimos anos, mas não se poupa a aspetos burocráticos. “Disso são exemplo o regime dos bens em circulação”, exemplifica. Por outro lado, os custos fixos implicam a que “sejam necessários volumes elevados que possibilitem a sua diluição”.

No que respeita aos níveis de outsourcing, quando se compara Portugal com outros países da União Europeia, os níveis nacionais são elevados. “Apesar da evolução positiva dos últimos anos, muito ainda falta fazer para atingir um nível de outsourcing logístico ao nível da média europeia. No entanto, este é um desafio que também deve ser encarado como uma oportunidade já que se crê que esta situação se venha a alterar relativamente rápido”, defende o responsável.

A necessidade de investimento é constante. “A logística é um setor altamente competitivo com necessidades constantes de investimento, quer ao nível de infraestrutura, quer ao nível tecnológico, quer ainda em termos de eficiência energética”. Nos últimos anos, especialmente devido à crise económica que o país tem vivido, “a consciencialização para as vantagens de recorrer ao outsourcing logístico aumentou significativamente. É normalmente em períodos de dificuldade económica que se tendem a tomar decisões com vista a alcançar um maior grau de eficiência”, adianta o responsável da Greenyard.

Na área de logística de healthcare, as questões são outras. Neste setor, os clientes parecem ser ainda mais exigentes. “A investigação na área dos medicamentos é longa e pode durar vários anos, custando mais de mil milhões de dólares. Desta forma, a perda ou dano de um produto, incluindo a diminuição dos níveis de temperatura, pode significar um contratempo muito caro”, defende Antonio López, BD Manager da UPS Healthcare Europe. A forte regulação do setor é uma exigência que a empresa afirma cumprir. “Seguimos todos os requisitos para o transporte de produtos especiais internacionais, incluindo a marcação adequada de espécimes biológicos e o processamento de toda a documentação necessária de acordo com as diretrizes regulamentares”, sublinha. Uma vez que são transportados materiais considerados perigosos e que representam um risco acrescido, caso sejam perdidos ou roubados, os colaboradores recebem formação intensiva sobre medidas de segurança.

Novos investimentos

Um ano de desafios mas de evolução positiva. É assim que os responsáveis que aceitaram ser entrevistados para este Especial analisam 2016.

À imagem do que se passou no grupo Greenyard (que trabalha essencialmente na área de logística de produtos alimentares perecíveis), nos restantes países onde opera, a empresa passou a adotar essa designação em detrimento da anterior designação (Univeg). “Esta nova imagem pretende mostrar ao mercado uma uniformização, não só pela forma como o grupo aborda os seus clientes mas também pela cultura pela qual essa abordagem se rege”, explica Vítor Figueiredo. Relativamente ao balanço a fazer no fecho do ano passado, notou-se um crescimento geral “do mercado de outsourcing da logística, mas também a uma evolução muito positiva da atividade desenvolvida pela Greenyard já que, felizmente, cresceu a taxas superiores às do mercado”.

A STEF Portugal respondeu aos desafios a que se propôs, de forma a adaptar o seu posicionamento e as infraestruturas para o futuro. “Prosseguimos o desenvolvimento da nossa rede de plataformas regionais com a inauguração, em agosto, de uma infraestrutura, em Coimbra, que tem por objetivo reforçar o nosso dispositivo nacional de distribuição a partir do Centro do país. A mesma permite-nos construir modelos de exploração mais otimizados para responder às necessidades dos industriais agroalimentares desta região”, explica François Pinto. O responsável nota ainda a retoma da atividade económica portuguesa, tendo o desenvolvimento do negócio em 2016 ter sido “bastante significativo”.

Também para a Salvesen Logística, o ano de 2016 deixou marcas positivas. “Foi um ano muito satisfatório para todos os que formam a família desta empresa: colaboradores, acionistas, investidores, entre outros. Desenvolvemos o ritmo de negócio a 2,3% e obtivemos um crescimento a rondar os 20% no ‘Earnings Before Interest, Taxes, Depreciation and Amortization (EBITDA). Os resultados mostram-nos que as metas traçadas pelos acionistas têm sido concretizadas e permitido alcançar os resultados citados, bem como iniciar o processo de transformação e reformulação dos diferentes níveis de decisão nos negócios”, afirma Luis Alonso. Os dados resultam do desenvolvimento das novas tecnologias dedicadas ao transporte, assim como a eficiência do modelo de negócio. Para 2017, o responsável confessa-se ambicioso. “Estamos preparados para crescer o ritmo de vendas, em 10 a 20% ”, garante.

Antonio López não divulga os resultados anuais de faturação da UPS Healthcare Europe, mas adianta que, no terceiro trimestre de 2016, a UPS teve uma receita total de “14,9 mil milhões de dólares, um aumento de 4,9% em relação ao mesmo trimestre de 2015”. Além dos dados, também as inovações ajudaram a marcar e diferenciar o ano. “Em março, lançámos o UPS Temperature True® Cryo na Europa, oferecendo ao setor do healthcare uma solução de transporte end-to-end, sempre em segurança, de amostras em criopreservação. Este serviço inclui o acompanhamento das mercadorias em tempo real e intervenção, quando necessária, ao ser combinado com as soluções de mitigação de risco da UPS, bem como com a rede global de torres de controlo”.

Mais recentemente, em novembro de 2016, a empresa anunciou o acordo de compra da “Marken, uma fornecedora global de logística na indústria das ciências da vida. A Marken opera através de uma rede global de serviços de supply chain de produtos clínicos, de forma a responder a uma procura cada vez mais exigente por parte dos seus clientes. Desta forma, a aquisição desta empresa segue a mesma linha dos vários investimentos da UPS, que permitiram expandiram o portfólio de serviços de logística na área do healthcare da empresa”.

De forma global, “o mercado da logística aplicado ao healthcare – dependendo de como é definido – vale cerca de 70 mil milhões de dólares. As estimativas relativas à dimensão do mercado da logística de ensaios clínicos também variam com base na classificação do produto, mas a maior parte delas localizam-se entre os mil milhões e os 2,5 mil milhões de dólares. Esperamos um crescimento contínuo e uma taxa atual de crescimento entre 4 e 5% até 2020”, sublinha o responsável.

As perspetivas para 2017 são positivas para Afonso Jurbet Almeida. “Esperamos um ano mais forte, quer no domínio da armazenagem, quer no domínio dos transportes. Relativamente a 2016, o nosso balanço é positivo, dando mais relevo ao máximo de armazenagem nos primeiros três trimestres do ano e também a um crescimento muito forte nos transportes, e em especial, na área internacional”.

Peso da exportação

Qual é, afinal, o impacto da exportação nos resultados finais de cada empresa? No caso da Salvesen Logística, o seu foco e especialização é essencialmente ibérico. “De qualquer forma, pesam mais as importações de produtos de outros países europeus do que as exportações, por uma questão de modelo de negócio e de enfoque estratégico”, revela Luis Alonso.

A Greenyard Logistics Portugal tem uma realidade completamente distinta. Pertence a um grupo multinacional que está presente em mais de 25 países, englobando praticamente todos os pertencentes à Europa, e permitindo gerir “fluxos de import e export com lead times muito reduzidos devido à utilização, em grande parte, de viaturas com dois motoristas. Através da sua rede pan-europeia, a Greenyard consegue, não só, transportar produtos alimentares perecíveis em regime de carga fracionada ou completa, mas também oferecer serviços de armazém que permitam aos seus clientes ter um stock avançado, complementado com a preparação de encomendas e entregas capilares”, explica Vítor Figueiredo. O peso dos fluxos internacionais no total da faturação da empresa, a nível nacional, ronda “os cerca de 20%”, garante o responsável.

 A performance da STEF Portugal é semelhante, sendo a exportação e os fluxos internacionais duas grandes apostas dos últimos anos. “Disponibilizamos aos produtores portugueses, as ferramentas de apoio à exportação, quer do ponto de vista de transporte, quer de stocks avançados, no território europeu, beneficiando da nossa rede europeia com mais de 200 plataformas. Outra mais-valia que apresentamos aos nossos clientes é a possibilidade de adaptar a nossa oferta às suas reais necessidades, quer em termos de volumes, quer de frequência e ainda o conhecimento dos pontos de entrega dos mercados de destino só possível devido à utilização das nossas infraestruturas locais”, foca François Pinto. Em dezembro último, o grupo lançou uma marca única, a STEF Europe, que agrupa o conjunto das atividades de transporte internacional, com propostas específicas de importação e exportação.

No terceiro trimestre de 2016, o lucro operacional internacional da UPS Healthcare Europe registou “um crescimento de 14% para 576 milhões de dólares, representando assim o sétimo trimestre consecutivo com um crescimento de dois dígitos”, explica Antonio López, o que faz das exportações, uma das grandes prioridades da empresa, no pais e na Europa. “Consideramos que as empresas portuguesas têm uma oferta muito forte que lhes permite ir além das fronteiras do mercado nacional. Neste sentido, os nossos esforços são contínuos para sermos os parceiros ideais para os nossos clientes e oferecermos o melhor suporte possível à sua internacionalização”, adianta. A empresa procura desenvolver parcerias estratégicas com as empresas locais, sobretudo PME’s que procuram “transformar-se em negócios globais”.

logística do frio

Segundo o mais recente estudo da UPS Healthcare Europe, focado nas exportações das PME, e realizado junto de mais de 10 mil diretores de pequenas e médias empresas da Europa –, os resultados demonstraram que “as PME’s com um modelo de negócios baseado nas exportações superaram aquelas focadas apenas na operação doméstica, uma vez que têm acesso a taxas de crescimento, e a mercados muito além das fronteiras dos seus países”.

O peso dos transportes internacionais na Frissul representa “mais de 10% da faturação total”, explica Afonso Jubert Almeida.

O que falta inovar?

Questionámos os entrevistados sobre a inovação tecnológica que gostariam de ter implementada no futuro de forma a agilizar os processos da logística de frio. “O desenvolvimento da robótica aplicada à logística será, certamente, um vetor estratégico para os próximos anos como forma de resposta ao rápido crescimento do comércio eletrónico e da necessidade de apresentar operações com maior capilaridade. De igual forma, os sistemas de suporte avançado à pilotagem direta das operações pelos clientes são áreas de tendência crescente da aplicação da tecnologia à logística”, sugere François Pinto. A tecnologia associada à “melhoria da eficiência de consumos, à economia de recursos e à sustentabilidade das operações de um ponto de vista ecológico” é outra inovação que o responsável entende como essencial.

O destaque de Luis Alonso vai para “a Internet das coisas, a quarta revolução. Estima-se que 2025 será o ano do tsunami tecnológico. Conecta coisas, processos e aspetos que permitem criar valor na nova economia. A Internet das coisas porá sobre a mesa questões de automatização e robótica”. Tudo o que esteja relacionado com “a disponibilidade de informação e a maior rapidez nas entregas serão um valor acrescentado para a cadeia logística”, adianta o responsável.

 Existem novas tecnologias que são vistas, quer pelos profissionais do setor, quer pelo público em geral, como algo de muito apelativo. “Podemos dar como exemplos concretos, a realidade aumentada e da inclusão de drones nas entregas a consumidor final. São efetivamente tecnologias às quais estamos atentos e que achamos que vão revolucionar a gestão de operações no futuro. No entanto, em termos de RFID, achamos que ainda existe muita a fazer para uniformizar tecnologias, reduzir custos e aumentar a eficiência e visibilidade sobre toda a cadeia de abastecimento. O RFID vai também permitir responder às necessidades de produzir ‘big data’ para ter maior visibilidade sobre todo o processo”, afirma Vítor Figueiredo.

Por último, Afonso Jubert Almeida gostaria de ter uma ferramenta integrada que permitisse seguir todos os produtos de montante a jusante. “Para isso, é também importante que todos os clientes e fornecedores estejam preparados tecnologicamente para dar resposta às crescentes necessidades do mercado”.

Exigências de um setor competitivo e a omnicanalidade

“Hoje em dia, podemos afirmar, com toda a certeza, que o setor da logística de frio em Portugal é um setor altamente competitivo e com um standard de desenvolvimento e qualidade muito elevados e claramente ao nível dos mercados mais desenvolvidos”, defende Vítor Figueiredo. Também por isso, a omnicanalidade deve ser tida em consideração. “É uma tendência irreversível”, diz. E justifica: “Os vários agentes, quer sejam da moderna distribuição, quer sejam operadores logísticos terão de se adaptar às novas necessidades”. No últimos anos, a empresa tem vindo a adaptar os seus meios, “quer a nível de infraestrutura física, quer a nível de infraestrutura de sistemas para responder às necessidades criadas pelas novas tendências de mercado. Hoje em dia, tanto a nível nacional como internacional, temos já muitos exemplos implementados de operações geridas numa era omnicanal com soluções de preparação de encomendas para cliente final e gestão de retalho para pequenos formatos (lojas em franchising, por exemplo)”, explica o responsável.

A presença no digital é importante para qualquer empresa e companhia. Mas na opinião de Luis Alonso, o impacto é menos direto na área de distribuição logística do que quando nos referimos a fabricantes de bens de consumo. “Neste momento, estamos a rever a nossa estratégia de presença nos meios digitais, valorizando a nossa presença nas redes sociais. Ao nível da omnicanalidade, estaremos onde os clientes decidam que devemos atuar. Esperamos ser suficientemente atrativos para cada uma das possibilidades que nos apresentem”.

Por parte da UPS, existe o desenvolvimento de um conjunto de soluções que procura ajudar os seus clientes e gerir “eficazmente os envios e encomendas online, que são altamente valorizados pelos clientes”, explica Antonio López.

Evoluir, eliminar barreiras, oferecer aos consumidores “o que querem, quando querem e onde querem”, a UPS defende que os seus serviços apresentam “soluções inovadoras e tecnologicamente orientadas de forma a ajudar as empresas a serem mais competitivas, aproveitando o poder da logística e adotando uma abordagem holística para a gestão das suas cadeias de abastecimento”. O responsável exemplifica: “a introdução do UPS Access PointTM na Europa permite-nos servir melhor os nossos clientes, tanto retalhistas como consumidores finais, ao disponibilizar um local de entrega alternativo para os casos em que não se encontre ninguém em casa para receber a encomenda. Simultaneamente, conseguimos consolidar os envios e reduzir o número de tentativas para entregar um único artigo”.

A presença no digital é uma prioridade para a Frissul que “aposta e divulga o seu site e o seu portal, continuando a estar aberta a novas formas de comunicar com o mercado e os seus clientes. A questão da omnicanalidade neste setor só faz sentido se os projetos em causa vierem acrescentar valor”, conclui Afonso Jubert Almeida.

Greenyard – A aposta é na melhoria contínua. “Neste momento, estamos a trabalhar numa ferramenta de acompanhamento da operação de armazém e transportes. A nova ferramenta, não só vai revolucionar a visibilidade que os nossos clientes vão ter sobre a operação desenvolvida pela Greenyard, como também vai incluir ferramentas que ajudem os nossos clientes a gerir os seus fluxos logísticos de uma forma ativa (gestão de stocks, definição de níveis mínimos de stock, gestão de aprovisionamento, etc.). Esta é uma postura muito diferente do operador que gere os fluxos de forma passiva e representa uma vontade muito grande de acrescentar valor ao cliente. Além disso, estamos também a desenvolver a rede de grupagem, principalmente a Leste da Europa, com o objetivo de aumentar a frequência de entrega e diminuir os tempos de trânsito”, explica Vítor Figueiredo.

Por último, a empresa está a desenvolver “uma solução já existente de direct delivery com vista a ser utilizada em negócios de venda online, por exemplo”.

 Frissul – São diversos os projetos para o presente ano. “Destacaria melhoramentos no portal, no ERP em diferentes valências, no TMS, na implementação de voice picking entre outros”, explica Afonso Jubert Almeida.

 Salvesen Logística – Luis Alonso não divulga as novidades e os projetos para este ano, por uma questão de confidencialidade, embora confirme que os mesmos estão ligados às novas tecnologias e ao mundo do transporte e da distribuição do último milénio. “Pretendemos ampliar as funcionalidades do Sistema de Gestão de Transporte (TMS), implementar um mais completo e avançado ‘Track&Trace” e controlar as entregas em tempo real”, defende.

 STEF Portugal – “Esperamos estar em condições de lançar este ano os investimentos fundamentais que suportam a nossa estratégia e a nossa ambição”, afirma François Pinto.

UPS Healthcare Europe – Atualmente, está em curso um programa de investimento “de 2 mil milhões de dólares na rede europeia de transporte até 2019, que inclui a inauguração de novas instalações e otimização da rede”, salienta Antonio López.