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Supply Chain 4.0

Cinco boas práticas para a gestão de uma Supply Chain cada vez mais digital

Consoveyo é agora Körber Supply Chain 

Com a exigência sobre as cadeias de abastecimento a aumentar durante os últimos meses, a revista Supply Chain Digital olha para o desenvolvimento da mesma numa lógica de crescente integração de tecnologia.

Neste sentido, esta publicação elenca cinco estratégias que poderão aumentar ou facilitar a gestão das cadeias, lembrando que estas práticas criam maior agilidade e capacidade de respostas aos desafios que as empresas têm pela frente.

 

Assim, defende-se um modelo de trabalho colaborativo em todos os estágios do processo, desde a aquisição e negociações até à entrega do produto. “A Internet das Coisas Industrial (IIoT) é um excelente exemplo de como um ecossistema digital pode ser usado para monitorizar e colaborar em termos de produção e pode até mesmo ser usado para gerir a robótica” utilizada pelas empresas.

Porém, este não é o único ponto defendido. Na ótica desta publicação, a concorrência entre empresas ‘rivais’ deve pôr o foco na necessidade de envolvimento profundo com os fornecedores de soluções, algo que permitirá “entender a necessidade de operações rápidas e fornecer a todo o pessoal o equipamento e as qualificações necessárias para realizar o seu trabalho”. Aqui podem identificar-se necessidades de redução de custos utilizando, por exemplo, big data para tomar decisões em termos de custos de produção ou negociação de preços.

 

Assim, o terceiro ponto identificado é a utilização de Big Data. “A análise de dados e inteligência de negócio são uma grande tendência em 2021. Muitas cadeias de abastecimento estão a movimentar-se na direção do uso de big data, pelo que é definitivamente importante acompanhar as alterações no setor”.

Desenvolver competências entre a força de trabalho rumo a uma transformação digital é também ponto-chave. O desenvolvimento tecnológico pode forçar a uma transformação das formas de trabalho, pelo que é essencial “que o pessoal se concentre nas operações mais amplas e nas tarefas de aquisição. No entanto, gerir estes sistemas requer novas habilidades como qualquer novo sistema”.

 

Por fim, é defendido que o risco deve sempre ser identificado numa lógica de transformação digital. “Os eventos relacionados com a pandemia de Covid-19 destacaram algumas questões importantes que os líderes da cadeia de abastecimento devem conhecer ao planear o futuro”, defendendo-se que os principais riscos são: Riscos de saúde e segurança; Incidentes envolvendo veículos de transporte; Mudanças de regulamentação e; Ameaças de cibersegurança.