Supply Chain

Já ouviu falar de supply chain social?

Economia da partilha, conexão, imediatismo e transparência já não são palavras-chave confinadas apenas às discussões nas redes sociais. De acordo com o Logistics News, estes termos estão a invadir outras esferas, estão a mudar as organizações e a supply chain não está imune.

De acordo com o estudo ‘The Robotics and the New Supply Chain: 2015-2020’, publicado pelo www.RoboticsBusinessReview.com, a cadeia de abastecimento do futuro será mais rápida, mais pequena, mais barata e, sobretudo, local. A maioria dos profissionais do setor ouvidos no âmbito deste estudo revelam não ter intenções de mudar nada na próxima década, mas essa mudança será inevitável.

“Na era das vendas influenciadas pelas redes sociais, os benefícios da robótica serão imensos e altamente transformativos. E porque os robots são computadores móveis, estes serão capazes de interagir diretamente com um consumidor e de contornar todas as operações de back office ao tomar conta dos pedidos de um cliente logo desde a primeira interação até à entrega”, refere a publicação.

Para além disso, o estudo agora tornado público sugere que os canais sociais têm o poder de aumentar a capacidade dos sistemas de previsão para monitorizar um problema que possa ocorrer ainda antes de este acontecer.

“A base das redes sociais não é tweetar e fazer ‘Gostos’, mas sim aceder a informação a uma velocidade e volume que nunca experienciámos antes. As redes sociais podem – e devem – desempenhar um papel central na gestão da supply chain. Afinal de contas, as redes sociais não têm realmente a ver com socialização, mas sim a ver com a facilitação da comunicação entre pessoas e colaboração”, acrescenta.

“É de extrema importância que a supply chain social não se foque na popularidade ou na comparação que está tão presente nas redes sociais existentes. O diálogo deve focar-se muito mais numa genuína aceitação das exigências do consumidor que agora incluem simplicidade e absoluta transparência. Um pensamento social não tem nada a ver com ferramentas; tem a ver com um mindset social. As cadeias de abastecimento dispostas a realmente escutarem, colaborarem e partilharem irão encontrar-se numa posição muito menos ameaçadora para alcançarem o crescimento”, conclui.