McLane investe €500 mil em centro logístico

A McLane Portugal anunciou o investimento de 500 mil euros num novo centro logístico na zona de Gaia.

A McLane Portugal anunciou o investimento de 500 mil euros num novo centro logístico na zona de Gaia, no Porto, que visa reforçar a presença da empresa na região Norte de Portugal. Este novo centro logístico movimenta por dia, em média, cerca de 15.000 caixas, o que permitirá à empresa aumentar a sua capacidade global instalada de armazenamento para 57 mil m2.


De acordo com o director-geral da empresa, David Claxton, «este é o segundo centro logístico da McLane Portugal na região Norte do país, ambos na zona de Gaia, e a sua abertura tem por objectivo responder à procura dos clientes [parceiros de negócio] das áreas alimentar e bebidas, material de escritório e componentes automóvel».

 

Para este responsável, a McLane Portugal começou o ano de 2008 «da melhor forma», uma vez que até ao momento, já atingiu «10% dos objectivos definidos para este ano». Por isso mesmo, «em relação ao aumento do número de clientes e operações sentimos a necessidade de reforçar a presença com um novo armazém», adiantou. Mas o plano de negócios em Portugal privilegia essencialmente um crescimento «racional e sustentado».«Não estamos interessados em alcançar um crescimento da facturação a qualquer custo», salientou o responsável.


Segundo declarações de Helena Almeida, directora comercial da Mclane Portugal, à agência Lusa este novo centro logístico na zona de Gaia veio aumentar em 12 mil metros quadrados a capacidade de armazenamento da empresa em Portugal. Sendo que esta nova realidade representa «um aumento em um terço» da capacidade de armazenamento do terceiro centro logístico que a McLane possui e que se localiza em Palmela e que, segundo a gestora explicou à agência Lusa, «tem uma capacidade para armazenamento com 33 mil m2».


Helena Almeida concluiu dizendo que a McLane, com a abertura deste novo centro procura oferecer «preços mais competitivos e melhor capacidade de armazenagem».